segunda-feira, maio 04, 2009

MEGADETH - Tour Manager : "Dia favorito da Priest Feast foi em Portugal..."


A Tour Manager dos Megadeth, Tracey "MegaBlonde" Wiedeman, divulgou a seguinte nota a respeito da tour europeia da Priest Feast:

"Várias vezes parei apenas para dizer 'Obrigado.' Percebo quão sortuda sou em viajar pelo mundo. Agradeço por ter estado em lugares que algumas pessoas nunca verão. Devo isto tudo em parte a Dave Mustaine. Se não existissem os Megadeth, não haveriam memórias tão maravilhosas.

Agora que a tour europeia da Priest Feast chegou ao fim, o lançamento dos novos gabinetes da linha Dave Mustaine da Marshall aconteceu em Frankfurt no Musikmesse e depois do Revolver Golden God Awards, tenho tempo para reflectir sobre nosso período na estrada.

Apesar de me sentir muito abençoada por tudo que vivenciei, a vida na estrada não é fácil. A maioria das pessoas acham que é só festejar e tocar. Não me entendam mal, nós encontramos formas de nos divertirmos onde quer que estejamos, mas estar na estrada envolve muito trabalho duro, horas sem dormir e muito esforço em relacionamentos, seja com o companheiro, família ou até mesmo os amigos. Na estrada, tudo o que temos é um ao outro. Felizmente, a equipa dos Megadeth é uma verdadeira família. Sempre há alguém para oferecer ajuda se estás a passar um momento menos bom. Houve um dia em particular em que estava a passar por alguns problemas pessoais e Dave sabia que eu estava a passar por um momento horrível, ele veio à produção só para ver se eu queria um abraço. São essas pequenas coisas que fazem toda a diferença enquanto descemos pela highway do heavy metal.

Nesta última tour, nós tivemos a experiência única de presenciar a continuação do trabalho do novo álbum. A nossa equipa preparava um mini estúdio nos vestiários, no nosso bus ou no quarto de hotel do Dave, etc. Os fãs não ficarão desapontados com o que chegará em breve. As letras são persuasivas e os riffs são fortes. Com certeza será tudo que nós sempre amamos nos MEGADETH.

A inteligência e o sentido de humor do Dave nunca deixam de me maravilhar. Dave continua sempre a ensinar-me algo novo diariamente e durante os dias do nada ele soltava uma piada que me fazia morrer de rir, e sempre respondia, 'gostás-te desta?'

Não poderia existir uma banda melhor de rapazes para gerenciar. James Lomenzo é sempre cheio de sabedoria e piadas curtas, Chris Broderick está tanto a trabalhar quanto a praticar guitarra e Shawn Drover é humilde e um bom ouvinte após um dia stressante e longo. No geral, eles fazem com que o meu trabalho fique mais fácil!

'Obrigado rapazes!'

Como sempre, os fãs foram fantásticos na Europa. Eles são extremamentes fieis no seu apoio. Tivemos sorteios para o meet and greet para os membros do fã-clube em todos os concertos, eles sempre foram muito simpáticos, apreciativos e receptivos. Foi um prazer ter a oportunidade de encontrar alguns dos fãs em cada cidade e um grande obrigado a todos vocês que trouxeram presentes, o que é sempre desnecessário, mas encantador. Também foi uma delícia mais uma vez ter o prazer de trabalhar com todos os nossos representantes internacionais da Roadrunner Records. Eles são sempre muito profissionais e prestativos. É sempre bom vê-los de novo.

Perguntam-me frequentemente qual foi minha parte favorita da tour. É sempre muito difícil escolher apenas um evento, e há tantas coisas boas que acontece com a gente no decorrer do caminho. Entretanto, nesta tour, fomos privilegiados em ver vários dos nossos amigos como os LAMB OF GOD, Children Of Bodom, Mikkey Dee dos MOTORHEAD, DIMMU BORGIR, EVILE, e os novos amigos TURISAS. Entretanto, devo dizer que o meu dia favorito da tour foi graças aos MOONSPELL em Portugal.

O dia começou com o encontro do Mike e Ricardo no nosso hotel em Lisboa. Enquanto saíamos, perguntei ao Dave se ele queria ir connosco até a praia. Sem hesitar... claro! Então Dave começou a contar-no sobre sua região praieira favorita em Portugal, chamada Cascais. Espera um minuto... Então eu disse-lhe que era onde estávamos a ir! O olhar empolgante que tomou conta do Dave foi impagável e ele disse, 'Bem, então vamos lá!'

Pegamos no James Lomenzo, Chuck & Tiffany Billy e membros de nossa equipa e fomos embora! Cascais é um antigo vilarejo de pescadores na costa de Portugal que agora é uma grande região praieira e um ponto popular de turistas. No caminho, o Mike apanhou a maior rota pela costa para apreciar a paisagem, que era muito bonita. Isto lembrou-me um pouco conduzir pela PCH na Califórnia, excepto pelas histórias a mais enquanto passávamos pelos fortes e castelos, etc. Mike indicou-nos todos os trechos históricos pelo caminho.

Ao chegarmos a Cascais e após uma rápida vista pela região, havia apenas uma coisa a fazer... satisfazer a nossa sede! Quando viramos a esquina, vi um aviso que dizia 'Rock 'N Shots' com um pequeno bar e um pátio. Perfeito! Após umas refrescantes Sangrias e Caipirinhas fomos explorar o vilarejo. Cascais possui uma sensação e energia fenomenais e eu pude ver facilmente porque este lugar é tão popular. Era muito confortável e amigável. À medida que a noite chegava e a barriga roncava decidimos que era hora de comer e então comemos! Sob as estrelas de Cascais preparamos e assamos bifes, porco, frango, camarão e uma variedade de peixes frescos locais e, claro, mais Sangrias. Foi simplesmente esplêndido. Após uma rápida caminhada pela praia e deixar os pés no oceano, era hora de voltar a Lisboa para aproveitar a vida noturna.

A noite trouxe-nos o prazer de andar com o Fernando e o Pedro. Enquanto atravessávamos as ruas de pedra de bar em bar, nós rimos e relembramos histórias de tours antigas. A noite terminou no tão único e interessante Pavilhão Chinês. Nem consigo ao menos começar a explicar este lugar, mas com a ajuda de Frommers, esta descrição ajuda: 'Réplicas de todo mundo, de Buddha a Popeye decoram o conjunto, ao lado de cupidos de bronze, canecas Toby, enfeites e colares, e Vitorianas suficientes para preencher metade dos costumes de Londres.' Fernando e eu estávamos exaltados pelo som de algo de 'Jazz In The 90s' tocando em fundo... então o Fernando encomendou-nos uma cópia! Isto lembrou-me muito um dos meus favoritos, Richard Cheese, exceto pela cantora feminina e mais jazz ao invés de lounge. Estou ansiosa para receber a minha cópia para mais umas risadas!

O dia seguinte, dia do concerto e que nos trouxe a adição de Aires e vários amigos divertidos dos MOONSPELL. Era também dia de St. Patrick, que não é de facto celebrado em Portugal. Entretanto, tivemos bastante sorte em encontrar um pub ao lado do lugar onde estávamos e pudemos nos deliciar em sidra, Guiness e carros bomba antes da chamada do autocarro. Foi uma grande forma de celebrar o Dia de St. Paddy.

Enquanto estava em Frankfurt com o Dave para o Musikmesse, um destes canais promocionais de hotéis e adivinhem... eles estavam a falar de Lisboa! Foi uma sensação maravilhosa assistir e pensar, 'Eu estive lá! Espera, eu vi isto! Ohhh, eu vi isto também! Ali foi onde ficamos!' Tudo o que eu podia pensar era, 'Obrigado MOONSPELL!' Um enorme 'Obrigado' vai para os MOONSPELL! Sempre haverá memórias carinhosas de Portugal e eu sinceramente espero ter a oportunidade de visitar de novo em breve.

Há tantos lugares que eu espero visitar de novo. Tantas pessoas foram tão fantásticas connosco pelo caminho. Toda a hospitalidade que recebemos foi tremenda. Obrigado a todos que trabalharam connosco e nos encontraram pelo caminho. Obrigado James Lomenzo, Chris Broderick e Shawn Drover. Um grande obrigado para uma equipa tremenda sem a qual nunca poderia suportar um dia sequer. Mas principalmente, um enorme obrigado ao Dave 'O General' Mustaine.

Até a próxima aventura, keep it metal!

MegaBlonde."

quarta-feira, março 18, 2009

The Priest Feast: Testament + Megadeth + Judas Priest no Pavilhão Atlântico [texto + fotos]


Eu ainda estou sem palavras...

Desde a sua génese, na década de 70, muitas críticas podem ter sido feitas à vitalidade e validade do heavy metal. Trinta anos depois, a plateia esgotada do Pavilhão Atlântico, ontem à noite, prova que o estilo está vivo e de boa saúde.

Na última passagem por cá, já na fase pós-reunião com Rob Halford e depois de um período de doze anos a "marcar passo", a mítica banda britânica tinha tocado perante um recinto surpreendentemente vazio. Desta vez foi bem diferente, com os fãs a corresponderem em massa ao apelo do "Metal God".

Para isso deve ter contribuído bastante o cartaz de luxo deste Priest Feast, que contava nas "posições de suporte" com os norte-americanos Megadeth e Testament.

Foi precisamente a banda liderada por Chuck Billy - um sobrevivente de cancro que parece ter redobrado forças depois de conseguir vencer a doença - que subiu primeiro ao palco, à hora marcada e durante cerca de 40 minutos.
Apesar de um som algo desequilibrado - que, de resto, se fez sentir em diversos graus durante todo o espectáculo - os cinco músicos oriundos da Bay Area de São Francisco souberam exactamente como agarrar a plateia pelo colarinho da t-shirt preta logo desde os primeiros acordes de "Over The Wall".

Experiência e calo não lhes falta, e isso tornou-se bem notório na interpretação de um alinhamento que, apesar de curto, serviu para consolidar a relação que o colectivo parece já ter com o público nacional.

De temas mais velhinhos ("Practice What You Preach", "Electric Crown" ou "D.N.R.") ao tema-título do mais recente The Formation Of Damnation , provaram que o thrash metal musculado não tem idade, numa actuação pautada pelos solos - talvez um pouco altos demais - do virtuoso Alex Skolnik e pela presença, algo modesta em termos de volume, de Paul Bostpah atrás do kit de bateria.

E se durante o concerto dos Testament o desequilíbrio sonoro anulava a secção rítmica em prol das guitarras, mal os Megadeth tocaram "Sleepwalker" percebeu-se desde logo que o problema se tinha invertido.

Mesmo assim foi possível perceber que Dave Mustaine, o controverso mentor e único sobrevivente da formação original do grupo, está actualmente rodeado de alguns dos melhores instrumentistas que já por lá passaram.

Shawn Drover e James LoMenzo mantêm um groove sólido como uma rocha, enquanto Mustaine comanda "as tropas" com punho de aço. Chris Broderick, por seu lado, é a nova "estrela da companhia". Um guitarrista exímio como poucos, que reproduziu (quase) na perfeição os solos escritos originalmente por Poland e Friedman. Sim, porque a actuação dos Megadeth foi um verdadeiro desfilar de êxitos.

"Wake Up Dead", "Take No Prisoners", "Skin' O My Teeth", "Symphony Of Destruction", "Hangar 18" e, já em regime de encore, "Peace Sells" e "Holy Wars... The Punishment Due" foram só algumas das canções que fizeram o gáudio dos muitos fãs presentes, durante os 60 minutos que o grupo esteve em palco.

Quiçá a correr contra o enorme relógio com dígitos vermelhos que tinham instalado discretamente no lado direito do palco, os músicos imprimiram à sua actuação uma garra considerável e também um ritmo frenético.

Mais uma prova de vitalidade por parte de um grupo que já conta com um quatro de século de carreira e não mostra vontade nenhuma de abrandar nesta sua nova encarnação.

O que é isso, no entanto, perante o colossal percurso de 40 anos dos Judas Priest? A formação do grupo confunde-se com o próprio nascimento da NWOBHM e, apesar do tiro ao lado que foi a fase "Ripper" Owens e das críticas tudo menos unânimes ao duplo-conceptual "Nostradamus", o colectivo liderado por Rob Halford ainda goza de uma adoração sem igual e isso ficou bem provado durante a sua prestação.

"Dawn Of Creation" e "Prophecy" deram o tiro de partida para um concerto memorável, com cenário e espectáculo de luzes à altura.

Reduzindo-se ao mínimo e essencial no que toca a material mais recente, a banda protagonizou um desfilar de clássicos. Faltaram alguns temas, é certo, mas de "Metal Gods" a "Eat Me Alive", passando por "Breaking The Law", "Hell Patrol" ou "Painkiller", fez-se um óptimo resumo do seu fundo de catálogo.

O "Metal God" ainda hasteou bandeiras, sentou-se num trono para cantar "Death" e entrou em palco (para o encore) numa Harley Davidson, onde permaneceu quase imóvel para cantar "Hell Bent For Leather". "The Green Manalishi (With The Two-Prong Crown)" (original de Peter Greendos Fleetwood Mac), uma brincadeira vocal de Halford com a plateia e "You've Got Another Thing Coming" puseram o ponto final de luxo numa noite em que, contra todas as expectativas, o heavy metal voltou a provar a sua popularidade.


In Blitz:
Texto de: José Miguel Rodrigues
Fotos de: Rita Carmo/Espanta Espíritos

segunda-feira, março 16, 2009

JUDAS PRIEST, MEGADETH E TESTAMENT


"Em Dublin tivemos a possibilidade de assistir ao início desta volta da digressão dos Judas Priest, empenhados na promoção do recente «Nostradamus» e em manter bem vivo o seu imenso legado.

Para esta gira os veteranos contam como convidados especiais com os Megadeth e os Testament, duas bandas que celebram 25 anos de carreira e que se mantêm tão actuais como no seu inicio de carreira. Curiosamente estes foram os cúmplices que ajudaram os Priest em 1991 na digressão de «Painkiller».

Na actuação dos Testament não faltaram momentos emblemáticos como «The New Order», «Practice What You Preach», «Into The Pit», «Souls of Black» e «Over The Wall». Sempre com o seu típico ar carrancudo, Dave Mustaine conduziu na perfeição os seus Megadeth por clássicos como «Wake Up Dead», «Hangar 18», «Symphony of Destruction», «Peace Sells» e «Holy Wars».

Sobre os Judas Priest pouco se pode acrescentar ao que foi dito ao longo de mais trinta cinco anos de carreira. A encenação continua lá enquanto Rob Halford “veste” cada personagem – do novo álbum são apenas interpretados três temas – com estridentes gritos que apesar dos seus 57 anos ainda consegue arrancar na perfeição e apenas em alguns casos se utilizam alguns efeitos para melhorar o “dramatismo”.

A dupla K.K. e Glenn são corpo de um mesmo organismo – Judas Priest – tal é a forma como continuam sintonizados a debitar riff atrás de riff. A dupla Ian e Scott quase que passa despercebida mas eles estão “LÁ” a segurar tudo. É fascinante perceber que este “monstro” existe há mais de três décadas e ainda se move com uma sedutora agilidade e eficácia letal.

Rob Halford confessou-nos em entrevista: «Estive a ouvir o «Nostradamus» no comboio enquanto vínhamos para aqui. Sabes, quando vires os Priest em Lisboa o set que fazemos agora tem todo o dinamismo do «Nostradamus». Tem o poder, tem o material mais recatado, as cenas mais aventureiras em termos musicais, muitas notas e mudanças de ritmo.

Para nós, em muitas vertentes «Nostradamus» engloba muito daquilo que se gosta nos Priest, com algumas ideias novas, obviamente porque é sempre importante introduzir algo de novo. Mas acho que é verdade que quanto mais nos ligamos a ele mais se é um fã de Priest. Fará cada vez mais sentido.

Este é definitivamente um álbum dos Judas Priest. É natural que quem seja um fã de «Painkiller» que queira o «Painkiller», se és um fã de «British Steel» só queres «British Steel». Os fãs de Priest mais ferrenhos que nos amam verdadeiramente estão sempre lá para qualquer disco e para qualquer concerto, eles adoram o que esta banda é capaz de fazer em termos de metal….

Depende de onde se vem. Se olhares do palco vês metaleiros de 16 anos e interrogas-te sobre qual terá sido o álbum que eles descobriram, qual foi a canção que os motivou. Sabes? Será que é «Breaking The Law» para eles, ou será «Nostradamus», ou será «Electric Eye». Não sabemos. É esse maravilhoso sentido de aventura musical que se obtem com os Judas Priest, nós levamo-vos a qualquer lado».

Para já só queremos que venham dia 17 ao Pavilhão Atlântico para sentirem a magnitude e a genialidade de um grupo de “putos” na casa dos cinquenta/sessenta anos que são capazes de emular na perfeição a magia de temas como «Metal Gods», «Eat Me Alive», «Between the Hammer and the Anvil», «Devil's Child», «Breaking the Law», «Hell Patrol», «Dissident Aggressor», «The Hellion / Electric Eye», «Rock Hard, Ride Free», «Sinner», «Painkiller», «Hell Bent for Leather», «The Green Manalishi (With the Two-Pronged Crown)» e «You've Got Another Thing Coming». Quando se ouvir o solo de «Sinner» aposto que os mais veteranos não vão conseguir esconder a emoção e vai haver lágrimas.

A terminar apenas gostaria de frisar que esta é uma daquelas oportunidades que não se deve perder. Porque quando estes senhores desaparecerem não haverá substitutos. ACREDITEM."

Everything Is New - Por António Freitas

ABERTURA DE PORTAS * 18H00
INÍCIO DO ESPECTÁCULO * 19H30

domingo, março 01, 2009

Deep Purple, Tour 2009 - Novas datas :

Deep Purple

Date Location
Thu 02.26.09 Santiago, Chile
Sat 02.28.09 Antofagasta, Chile
Mon 03.02.09 Porto Alegre, Brazil
Tue 03.03.09 Porto Alegre, Brazil
Thu 03.05.09 Florianopolis, Brazil
Fri 03.06.09 São Paulo, Brazil
Sat 03.07.09 São Paulo, Brazil
Fri 03.20.09 Dubai, UAE
Wed 04.08.09 Tokyo, Japan
Thu 04.09.09 Nagoya, Japan
Fri 04.10.09 Hiroshima, Japan
Sun 04.12.09 Kanazawa, Japan
Mon 04.13.09 Osaka, Japan
Wed 04.15.09 Tokyo, Japan
Fri 05.01.09 Wroclaw, Poland
Sat 05.02.09 Ostrava, Czech Republic
Sun 05.03.09 Bratislava, Slovakia
Mon 05.04.09 Prague, Czech Republic
Sat 07.11.09 Lakselv, Norway
Mon 07.13.09 Copenhagen, Denmark
Tue 07.14.09 Vasteras, Sweden
Wed 07.15.09 Goteborg, Sweden
Sat 07.18.09 Tampere, Finland
Mon 07.20.09 Istanbul, Turkey
Wed 07.22.09 Athens, Greece
Thu 07.23.09 Thessaloniki, Greece
Sat 07.25.09 Baalbeck, Lebanon
Tue 11.10.09 Manchester, England
Wed 11.11.09 Glasgow, Scotland
Fri 11.13.09 Birmingham, England
Sat 11.14.09 London, England

quinta-feira, fevereiro 26, 2009

Esta semana...Europe e Carcass, na "Máquina do Templo"

EUROPE
CARCASS

Para além das habituais novidades no Templo do Rock, os trabalhos "The Final Countdown" dos Europe e "Heartwork" dos Carcass, irão estar em destaque no nosso programa na rubrica "Maquina do Templo". A não perder em 102.7fm ou online www.rua.pt [Sábados 23-01h e Quartas 01-03h (hora de Portugal)].

quinta-feira, fevereiro 19, 2009

AC/CD em Alvalade - Este Sábado, começa a corrida aos bilhetes !!!


Os bilhetes para a, muito aguardada, actuação dos AC/DC no Estádio José Alvalade, dia 3 de Junho, serão colocados à venda no próximo sábado às 10 horas, sendo de prever uma enorme procura desde as primeiras horas. Em Espanha, os 55 mil bilhetes para a actuação de Madrid esgotaram em apenas 3 horas!

Para evitar longas filas, cada pessoa deverá dirigir-se ao local de venda mais próximo de si, onde poderá adquirir um máximo de 4 bilhetes. Veja aqui a lista completa dos locais de venda:

- GRANDE LISBOA: Worten (Colombo, Vasco da Gama, CascaiShopping, LoureShopping, Amadora, Sintra, Mafra, Torres Vedras e Vila Franca de Xira), Fnac (Colombo, Chiado, Vasco da Gama, CascaiShopping, Atrium Saldanha e Alegro Alfragide), CTT (Restauradores, Aeroporto, Loja do Cidadão, Odivelas, Portela, Amadora, Cova da Piedade), Agências Abep e Alvalade, El Corte Inglés, Agências Abreu e Bulhosa (Oeiras Park).


- GRANDE PORTO: Worten (NorteShopping, Gaia Shopping, Arrábida Shopping, Dolce Vita, Via Catarina, Maia Shopping, Paredes, Marco de Canavezes e Paços de Ferreira), Fnac (NorteShopping, GaiaShopping e Via Catarina), Dolce Vita Porto (Estádio do Dragão), CTT (Aeroporto, Município, Loja do Cidadão, Vila Nova de Gaia, Espinho, Freamunde, Póvoa Varzim e Matosinhos), El Corte Inglés, Agéncias Abreu e Bulhosa (CC Cidade do Porto).

- VIANA DO CASTELO: Worten, Agências Abreu e CTT.

- VILA REAL: Worten, Agências Abreu, Dolce Vita Douro e CTT (Vila Real e Chaves).

- BRAGANÇA: Worten e CTT.

- GUIMARÃES: Worten, CTT e Agências Abreu.

- BRAGA: Worten, Fnac, Agências Abreu e CTT (Barcelos e Loja do Cidadão).

- AVEIRO: Worten (Ovar e São João da Madeira), Fnac, Dolce Vita Ovar e CTT.

- VISEU: Worten, Fnac, Agência Abreu e CTT (Viseu e Loja do Cidadão).

- GUARDA: Worten, CTT e Agência Abreu

- COIMBRA: Worten (CoimbraShopping e Estádio de Coimbra), Fnac (Fórum Coimbra), Agência Abreu, Dolce Vita Coimbra, CTT (Mercado e Figueira da Foz).

- CASTELO BRANCO: Worten, CTT e Agência Abreu.

- COVILHÃ: Worten, CTT e Agência Abreu.

- LEIRIA: Worten, Agência Abreu e CTT (Leiria e Caldas da Rainha).

- MARINHA GRANDE: Worten

- SANTARÉM: Worten (Cartaxo, Santarém e Torres Novas) e CTT (Santarém e Tomar)

- SETÚBAL: Worten (Seixal e Montijo), Fnac (Almada Forum), Bliss (Forum Montijo), Agência Abreu e CTT (Bonfim, Loja do Cidadão e Barreiro).

- PORTALEGRE: Worten, Agência Abreu e CTT (Portalegre e Elvas).

- ÉVORA: CTT (Porta de Moura) e Agência Abreu.

- BEJA: Worten.

- FARO: Worten (AlgarveShopping, Albufeira, Portimão e Faro), Fnac (AlgarveShopping), CTT e Agência Abreu.

- AÇORES: CTT (Ponta Delgada, Angra do Heroísmo e Horta) e Agência Abreu.

- MADEIRA: Fnac (Forum Madeira), Dolce Vita Funchal, Agência Abreu e CTT (Zarco e Aeroporto).

Quem desejar, pode também adquirir os seus bilhetes através da internet em: www.ticketline.pt, www.everythingisnew.pt e www.plateia.pt.



Quando os irmãos escoceses, Malcom e Angus Young se mudaram para a Austrália estavam longe de imaginar que se tornariam na mais importante banda australiana de todos os tempos!

Depois de lançarem 22 discos, 17 de estúdio e 5 ao vivo, e de terem vendido mais de 200 milhões de álbuns pelo mundo inteiro, os AC/DC são uma referência incontornável do Rock&Roll e, reconhecidamente, uma das melhores bandas de sempre, ao vivo.


Dia 3 de Junho, actuam no Estádio de Alvalade, em apresentação do novo álbum "Black Ice", mas certamente não vão deixar de fora do alinhamento as músicas que os catapultaram para o sucesso, como "Thunderstruck", "You Shook Me All Night Long" ou "Highway to Hell". Será a altura certa para gritar, For Those About to Rock, We Salute You!!!

terça-feira, fevereiro 17, 2009

Templo do Rock - Top 30 [Play List - Fev / 2009] :

Girlschool

[01] GIRLSCHOOL - "Legacy" cd (2008)
[02] EVERON - "North" cd (2008)
[03] SAMMY HAGAR - "Cosmic Universal Fashion" cd (2008)
[04] OTR - "Mamonama" cd (2008)
[05] JOURNEY - "Revelation" cd (2008)
[06] VOODOO SIX - "First Hit For Free" cd (2008)
[07] ENTWINE - "Painstainded" cd (2009)
[08] BLAZE BAYLEY - "The Man Who Would Not Die" cd (2008)
[09] URIAH HEEP - "Wake The Sleeper" cd (2008)
[10] TALON - "Fallen Angels" cd (2008)
[11] CRIMES OF PASSION - "Crimes Of Passion" cd (2008)
[12] DEF LEPPARD - "Songs From The Sparkle Lounge" cd (2008)
[13] JON OLIVA´S PAIN - "Global Warning" cd (2008)
[14] HEAVENWOOD - "Redemption" cd (2008)
[15] HARMONY - "Chapter II - Aftermath" cd (2008)
[16] EVERGREY - "Torn" cd (2008)
[17] FROST - "Experiments In Mass Appeal" cd (2008)
[18] ALICE COOPER - "Along Came A Spider" cd (2008)
[19] GAMA BOMB - "Citizen Brain" cd (2008)
[20] DOKKEN - "Lightning Srtikes Again" cd (2008)
[21] PARAGON - "Screamslaver" cd (2008)
[22] GREAT WHITE - "Rising" cd (2009)
[23] VALENTINE - "Soul Salvation" cd (2008)
[24] MARTY FRIEDMAN - "Addict" cd (2008)
[25] GRAVE DIGGER - "Ballads Of A Hangman" cd (2009)
[26] DORO - "Fear No Evil" cd (2009)
[27] DRIVER - "Sons Of Thunder" cd (2008)
[28] TESTAMENT - "The Formation Of Damnation" cd (2008)
[29] STARBREAKER - "Love´s Dyind Whish" cd (2008)
[30] EVIL MASQUERADE - "Fade To Black" cd (2009)

Templo do Rock - "Máquina do Templo" [Rubrica - Fev 09] :

PAT TRAVERS - "Pat Travers" (1976)
THE RODS - "The Rods" (1981)
LYNYRD SKYNYRD - "Pronounced Leh-Nerd Skin-Nerd" (1973)
ACID - "Maniac" (1983)
EUROPE - "The Final Countdown" (1986)
CARCASS - "Heartwork" (1993)

terça-feira, fevereiro 10, 2009

AC/DC, em Alvalade a 3 de Junho


Os AC/DC actuam no estádio de Alvalade a 3 de Junho, inserido na digressão de promoção do novo álbum do grupo, "Black Ice", lançado no final de 2008. O regresso dos AC/DC a Portugal acontece 13 anos depois da estreia ao vivo da banda dos manos Young no nosso país, tendo então o concerto decorrido no Estádio do Restelo, que nós prsenciámos, claro.

A digressão dos AC/DC é uma das mais requisitadas do momento, tendo a banda australiana esgotado praticamente todos os cerca de 50 concertos que vai dar na Europa. A digressão no Velho Continente arranca já no próximo dia 18, em Oslo, na Noruega. Na 1ª parte, estarão os britãnicos The Answer.

Europe, pela 1ª Vez em Portugal (Faro)

Europe

Os suecos Europe vão estrear-se em Portugal no mês de Julho durante a concentração motard organizada pelo Moto Clube de Faro.

O evento decorre entre os dias 16 e 19 de Julho e, para além da banda de «The Final Countdown», conta ainda com as presenças dos também suecos Fatal Smile, da banda italiana de tributo aos Iron Maiden, Children of the Damned, e dos espanhóis Hora Zulu e Loquillo y Trogloditas.

A representação portuguesa ficará a cargo de David Fonseca, Tara Perdida e do St. Dominic's Gospel Choir.

O primeiro concerto dos Europe em palcos portugueses deverá servir também de apresentação ao novo disco de estúdio da banda, o oitavo desde 1983.

segunda-feira, fevereiro 09, 2009

Billy Powell dos Lynyrd Skynyrd, morre aos 56 anos


Foi com choque que recebi a notícia da morte de mais um membro da formação original dos Lynyrd Skynyrd, umas das melhores bandas de Southern Rock americanas.

Billy Powell, morreu na manhã de quarta-feira, 28. O teclista, estava com 56 anos e foi encontrado morto em sua residência em Jacksonville, na Flórida. A causa da morte não foi divulgada.

Segundo a polícia local, Powell ligou para o serviço de emergência pouco antes da uma da madrugada queixando-se de dificuldade para respirar. Acredita-se que o músico tenha sofrido um ataque cardíaco fulminante.

Começou como roadie da banda em 1970, até que em 1972, durante o aquecimento de um concerto dos Skynyrd em Jacksonville, tocou uma versão de "Free Bird" nos teclados. O vocalista Ronnie Van Zant ficou tão impressionado que imediatamente o convidou para ser o teclista oficial do grupo.

Em 1977, sobreviveu ao acidente aéreo em que morreram o vocalista Ronnie Van Zant, o guitarrista Steve Gaines, a backing vocal Cassie Gaines e outros membros que faziam parte da equipa técnica.

No inicio da década de 80, Powell fez parte da banda cristã Vision, mas voltou aos Lynyrd Skynyrd na reunião em 1989 ocupando o posto até sua morte. Com o falecimento do teclista, o único integrante da formação original que permanece na banda, que entrou para o Hall of Fame em 2006, é o guitarrista Gary Rossington.

No nosso próximo programa radiofónico (14/2), na nossa rubrica "Máquina do Templo", iremos homenagiar Powell e a música dos Skynyrd. Não percam!!!

domingo, janeiro 25, 2009

Templo do Rock - Top 30 [Play List - Jan / 2009] :


[01] ALICE COOPER - "Along Came a Spider" cd 2008
[02] SEPULTURA - "A-Lex" cd 2009
[03] HOWLIN RAIN - "Magnificient Fiend" cd 2008
[04] LAND OF TALES - "Land Of Tales" cd 2008
[05] WHITESNAKE - "Good To Be Bad" cd 2008
[06] URIAH HEEP - "Wake The Sleeper" cd 2008
[07] HOUSE OF LORDS - "Come To My Kingdom" cd 2008
[08] DREAMTIDE - "Dream & Deliver" cd 2008
[09] YNGWIE MALMSTEEN - "Perpectual Flame" cd 2008
[10] RANDY PIPER´S ANIMAL - "Virus" cd 2008
[11] STEPHEN PEARCY - "Under My Skin" cd 2008
[12] BLOODBATH - "The Fathomless Mastery" cd 2008
[13] TANKARD - "Thirst" cd 2008
[14] EMIR HOT - "Sevdah Metal" cd 2008
[15] BONDED BY BLOOD - "Feed The Beast" cd 2008
[16] TESTAMENT - "The Formation Of Damnation" cd 2008
[17] DISMEMBER - " Dismember" cd 2008
[18] HEADHUNTER - "Parasite Of Society" cd 2008
[19] QUEEN + PAUL RODGERS - "The Cosmos Rocks" cd 2008
[20] BATTLEROAR - "To Death And Beyond" cd 2008
[21] STONERIDER - "Three Legs Of Trouble" cd 2008
[22] CHINA BLUE - "Twilight Of Destiny" cd 2008
[23] PRESTO BALLET - "The Lost Art Of Time Travel" cd 2008
[24] IT BITES - "The Tall Ships" cd 2008
[25] METAL CHURCH - "This Present Wasteland" cd 2008
[26] PYRAMAZE - "Immortal" cd 2008
[27] ALKEMYST - "Through Painful Lanes" cd 2008
[28] POLEY/RIVERA - "Only Human" cd 2008
[29] MARSHALL LAW - "Razorhead" cd 2008
[30] JOE LYNN TURNER - " Live In Germany" cd 2008

Templo do Rock - "Máquina do Templo" [Rubrica - Jan 09] :

BUDGIE - "Bandilier" (1975)
SHRINE - "Perspective" (1994)
THIN LIZZY - "Bad Reputation" (1977)
V12 - "V12" (1990)
JOKER - "Ecstasy" (1992)
MEGADETH - "Rust In Peace" (1990)
HOT STUFF - "Kind Of Crime" (1993)
PICTURE - "Diamond Dreamer" (1982)

quarta-feira, janeiro 14, 2009

Cinemuerte "Aurora Core", o novo album


O último trimestre de 2008 presenteia-nos com o mais recente trabalho dos Cinemuerte, "Aurora Core", sucessor de "Born From Ashes" (2006) e segundo longa duração do duo Sophia Vieira & João Vaz.

A mistura e masterização do disco esteve a cargo do afamado produtor Waldemar Sorychta (Lacuna Coil, The Gathering, Moonspell, Tiamat, Samael).

"Aurora Core" reúne nove temas incluindo o primeiro single "Air", e "The Night of Everyday" cuja letra é assinada por Fernando Ribeiro (Moonspell).

Conta ainda com o talento e devoção de músicos e amigos, convidados especiais para o novo trabalho: todas as faixas foram gravadas com Pedro Cardoso (F.E.V.E.R) na bateria e com Ricardo Amorim (Moonspell) na guitarra.

Formados em 2002, em escassos meses, assinam contrato para dois tributos: a The Cure (Our Voices/Equinoxe Records) e a The Misfits (Portuguese Nightmare/Raging Planet Records).
Também contribuiram em 2007 para o tributo nacional aos Mão Morta "E se depois" com o tema "Chabala".

Pisam os desejados palcos da cena musical nomeadamente do Coliseu (Aberturas para HIM, My Chemical Romance), e dos principais festivais de verão (Vilar de Mouros, Super Bock Super Rock entre outros).

Sophia Vieira integra igualmente o coro feminino, as "Crystal Mountain Singers", pelo qual gravou este ano vozes para o novo álbum de Moonspell, "Night Eternal" (SPV/Universal). Como convidada da banda,
acompanha a mesma em actuações ao vivo.

terça-feira, janeiro 13, 2009

28.02.09 - ThanatoSchizO - Teatro de Vila Real, Vila Real - 21:30h

ThanatoSchizO

Nove anos volvidos, os ThanatoSchizO voltam a actuar na sua capital de distrito. A 28 de Fevereiro de 2009, os criadores de Zoom Code vão apresentar-se em regime semi-acústico no Teatro de Vila Real, prometendo um set list que englobará temas dos seus quatro álbuns e algumas surpresas neste regresso. O concerto iniciar-se-á pelas 21:30h e os bilhetes já estão à venda, custando entre 7 Euros (preço normal) e 5 Euros (para menores de 25 e maiores de 65 anos). As reservas são válidas por uma semana e até 48 horas antes do evento, podendo ser efectuadas in loco ou através do email bilheteira@teatrodevilareal.com

segunda-feira, janeiro 12, 2009

Entre Europa e Japão, Deep Purple em acção !!!

Roger Glover & Steve Morse (Deep Purple)

Os lendários Deep Purple, anunciaram através do site oficial, novas datas de concertos entre Abril e Julho deste ano :

Wed 04.08.09 Tokyo, Japan
Thu 04.09.09 Nagoya, Japan
Fri 04.10.09 Hiroshima, Japan
Sun 04.12.09 Kanazawa, Japan
Mon 04.13.09 Osaka, Japan
Wed 04.15.09 Tokyo, Japan
Fri 05.01.09 Wroclaw, Poland
Sat 05.02.09 Ostrava, Czech Republic
Sun 05.03.09 Bratislava, Slovakia
Mon 05.04.09 Prague, Czech Republic
Sat 07.11.09 Lakselv, Norway
Mon 07.13.09 Copenhagen, Denmark
Tue 07.14.09 Vasteras, Sweden
Wed 07.15.09 Goteborg, Sweden
Fri 07.17.09 Kotka, Finland
Sat 07.18.09 Tampere, Finland
Sat 07.20.09 Istanbul, Turkey
Sat 07.22.09 Athens, Greece
Sat 07.23.09 Thessaloniki, Greece
Sat 07.25.09 Baalbeck, Lebanon

www.deep-purple.com

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Eagles - Banda actua em Portugal


Uma das maiores bandas americanas de todos os tempos, com cinco singles e seis álbuns que alcançaram o primeiro lugar do top de vendas, os Eagles, actuam em Portugal, dia 22 de Julho, na digressão de apresentação do último álbum, “Long Road Out of Eden”.

Glenn Frey, Don Henley, Joe Walsh e Timothy B. Schmit, são os responsáveis por uma das grandes carreiras do rock americano, onde se inclui o álbum com o maior número de vendas na história dos Estados Unidos: “Their Greatest Hits” vendeu mais de 26 milhões de cópias.

Uma simples conta de somar, aos discos de Platina que os Eagles alcançaram apenas nos Estados Unidos, explica facilmente a importância da banda californiana: 39 em álbuns de originais + 15 em álbuns ao vivo + 46 em compilações = 100 Discos de Platina!!!

Passemos das vendas ao reconhecimento da indústria: 5 Grammys, o último dos quais alcançado no ano passado pelo álbum “Long Road Out Of Eden” e a consagração com a entrada no Rock and Roll Hall of Fame, em 1998.

Em 2007, após alguns anos sem editarem novos discos de originais, lançaram, “Long Road Out Of Eden”, que continuou a carreira de sucesso da banda, tendo alcançado 7 Discos de Platina e 1 Grammy.

David Lee Roth vs Sammy Hagar

David Lee Roth & Sammy Hagar

Segundo a sondagem que levamos a cabo, Sammy Hagar é o perferido nos Van Halen, pelos ouvintes/leitores do Templo do Rock. O Red Rocker conseguiu 60% das votações.

David Lee Roth, vocalista original do grupo, deixou a banda em 1985 para investir numa carreira a solo, tendo sido substituido por Hagar, que ficou até 1996. No mesmo ano, no Video Music Awards da MTV, foi anunciado publicamente o regresso de Lee Roth. Ainda nos bastidores da premiação o cantor desentendeu-se com o guitarrista Eddie Van Halen - e a pseudo-reunião virou piada no dia seguinte.

Recentemente, os Van Halen incorporaram na banda Wolfgang Van Halen, filho adolescente de Eddie, substituindo assim o baixista original e co-fundador Michael Anthony. A formação actual consiste em, David lee Roth, Eddie, Alex e Wolfgang Van Halen. A última tour com Sammy Hagar nos vocais e Michael Anthony no baixo aconteceu em 2004. No final Hagar afirmou, não suportar mais Eddie e Alex, e deixou novamente a banda.

Entretanto Sammy Hagar, depois de ter deixado os Van Halen, lançou mais dois trabalhos com os seus Waboritas, sendo o último "Cosmic Universal Fashion", editado em Novembro de 2008. Para além disso, Hagar e o seu ex companheiro nos Van Halen Michael Anthony, juntaram-se a Joe Satriani, e Chad Smith, baterista dos Red Hot Chilli Peppers, e formaram o super-progecto Chiken Foot.

No mínimo, é estranho ver os Van Halen sem Michael Anthony. E como diriam os nossos irmãos brasileiros, Sammy Hagar é o cara !!!

terça-feira, janeiro 06, 2009

As 40 Maiores Vozes do Rock, segundo a "Planet Rock"

O vocalista dos Led Zeppelin foi eleito a “maior voz da história do rock” de acordo com uma eleição realizada pela rádio digital “Planet Rock”. Na sequência aparecem, respectivamente, Freddie Mercury (QUEEN), Paul Rodgers (FREE e BAD COMPANY) e Ian Gillan (DEEP PURPLE). Roger Daltrey (THE WHO) fecha o Top 5. A única mulher presente na lista é Janis Joplin, que aparece na 21ª posição.

A lista das “40 Maiores Vozes do Rock” foi feita com base na opinião de DJs da emissora, apresentadores, ouvintes, críticos musicais e personalidades do mundo do rock como Tony Iommi (BLACK SABBATH), Phil Manzanera (produtor e ex-guitarrista dos ROXY MUSIC e Mick Wall (biógrafo dos LED ZEPPELIN).

O diretor de programação da “Planet Rock” Trevor White destacou a predominância dos britânicos na lista. “É excelente ver que a Grã-Bretanha produziu os três maiores vocalistas de todos os tempos”.

A lista completa da votação realizada pela “Planet Rock”:

01. Robert Plant (LED ZEPPELIN)
02. Freddie Mercury (QUEEN)
03. Paul Rodgers (FREE, BAD COMPANY)
04. Ian Gillan (DEEP PURPLE)
05. Roger Daltrey (THE WHO)
06. David Coverdale (WHITESNAKE)
07. Axl Rose (GUNS N' ROSES)
08. Bruce Dickinson (IRON MAIDEN)
09. Mick Jagger (THE ROLLING STONES)
10. Bon Scott (AC/DC)
11. David Bowie
12. Jon Bon Jovi (BON JOVI)
13. Steven Tyler (AEROSMITH)
14. Jon Anderson (YES)
15. Bruce Springsteen
16. Joe Cocker
17. Ozzy Osbourne
18. Bono (U2)
19. Peter Gabriel
20. James Hetfield (METALLICA)
21. Janis Joplin
22. Chris Cornell (AUDIOSLAVE / SOUNDGARDEN)
23. Roger Chapman (FAMILY)
24. Phil Lynott (THIN LIZZY)
25. Glenn Hughes (DEEP PURPLE)
26. Steve Perry (JOURNEY)
27. Jim Morrison (THE DOORS)
28. Alex Harvey (THE SENSATIONAL ALEX HARVEY BAND)
29. Rob Halford (JUDAS PRIEST)
30. Ronnie James Dio (DIO)
31. Sammy Hagar (VAN HALEN)
32. Meat Loaf
33. Alice Cooper
34. Geddy Lee (RUSH)
35. Brian Johnson (AC/DC)
36. David Gilmour (PINK FLOYD)
37. Fish (MARILLION)
38. Dave Lee Roth (VAN HALEN)
39. Biff Byford (SAXON)
40. Neil Young



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segunda-feira, janeiro 05, 2009

Neste Sábado (10/01) Thin Lizzy e V12 na "Máquina do Templo"

Phill Lynott (1949 - 1986)

Não poderiamos deixar passar em claro, neste início de Janeiro, em que passa mais um ano desde o desaparecimento físico, aos 35 anos, do GRANDE Sr. Phil Lynott, lider dos Thin Lizzy...Vamos ter a sua música e espírito, este Sábado no Templo do Rock !!!

Os Thin Lizzy, foram formados em 1969 pelos irlandeses Phil Lynnot (baixo e vocal), Brian Downey (bateria) e Eric Bell (guitarra), iniciaram as suas atividades em Dublin, Irlanda, a tocar em pequenos clubes e bares. O repertório variava entre covers e algumas composiçoes de Phil.

Em 1970 assinaram com o selo Decca, onde lançam três álbuns e uma serie de compactos. Nos dois primeiros álbuns, Thin Lizzy e Shades of Blue Orphanage, o estilo ainda era centrado numa mistura de Folk e Blues. No terceiro álbum, Vagabonds of Western World, eles optaram por um som mais pesado. Conseguiram colocar nas paradas de sucesso os singles Whiskey in the Jar e The Rocker. A banda começava, enfim, a ter sucesso.

Pulamos para 1973. Neste ano, Eric Bell deixa a banda e é substituído temporariamente por Gary Moore, amigo de muitos anos de Phil Lynott. Trocam o selo Decca pelo Vertigo. O escocês Brian Robbertson e o americano Scott Gorhan assumem as guitarras. Thin Lizzy estão prontos para descolar.

Gravam Nigh Life (1974), Fighting (1975) e estouram para o mundo com o álbum Jailbreak, em 1976. Seguem-se os álbuns Johnny the Fox e Bad Reputation, ambos de 1977. Os Thin Lizzy já eram reconhecidos como um super-grupo.

Em 1978 veio a consagração definitiva: foi lançado o álbum Live and Dangerous, considerado ate hoje um dos melhores ao vivo de todos os tempos. Brian Robbertson deixa o grupo. Mais uma vez Gary Moore é chamado. Com esta formação gravam o álbum Black Rose, em 1979. O sucesso continua.

O ano de 1980 chega e a banda começa a ter problemas. Phil Lynott começa-se afundar nas drogas. Gary Moore deixa a banda e é substituído por Snowy White, ex-sideman dos Pink Floyd. Phil lança o álbum solo Solo in Soho. Os Thin Lizzy gravam o álbum Chinatown.

Lançam em 1981 o álbum Renegade. Darren Wharton, que tocou como convidado no disco anterior, assume os teclados como efectivo. Snowy White deixa a banda.

Estamos em 1982. Phil Lynott lança mais um álbum solo, The Phil Lynott Album. John Sykes, ex-Tygers of Pan Tang, assume uma das guitarras. Gravam o último álbum de estúdio Thunder and Lightning. Phil esta perdendo a luta para as drogas...

Em 1983 os Thin Lizzy fazem a sua digressão de despedida com a participação dos membros anteriores, menos Snowy White. A digressão foi registada no álbum Live Life. Os Thin Lizzy colocaram ponto final na carreira.

Phil Lynott ainda tenta continuar na activa. Monta a banda Grand Slam, com o ex-baterista dos Thin Lizzy, Brian Downey. O projecto não vai adiante. Em 1985, Phil e Gary Moore excursionam juntos. Phil está doente.

Em 04 de Janeiro de 1986, Philip Parris Lynott, negro, filho de pai brasileiro e mãe irlandesa, morre de complicações de saúde derivadas do uso contínuo de drogas pesadas. Para homenagear Phil Lynnot, sua música e sua poesia, existe na Irlanda a Fundação Roisin Dubh (Black Rose, em gaélico), mantida pela sua mãe Philomena Lynott. Anualmente, no dia da morte de Phil, 04 de Janeiro, acontece um espectáculo em sua homenagem, o Vibe For Philo, com a presença de antigos membros dos Thin Lizzy, bandas covers e convidados.

Liderados por John Sykes e Scott Gorham, os Thin lizzy retornam à activa nos anos 90, onde o objectivo principal é prestar tributo a Lynott. Para além de Sykes na guitarra e vocal e Gorham na outra guitarra, os Thin Lizzy em 2009 são formados ainda por Francesco DiCosmo no baixo e Tommy Aldridge na bateria.

Outra curiosidade, na sua recente apresentação em Portugal (Faro, 2008), Gary Moore, fazia-se acompanhar na sua banda pelo Sr. Brian Downey, baterista original dos thin Lizzy, num concerto memorável.
V12

A presença nacional na rubrica "Máquina do Templo" no Templo do Rock de 10 de Janeiro, fica, e muito bem, a cargo dos V12.

O nome V12 e a ideia de formar uma banda surgiu ainda antes de qualquer um de nós saber tocar. Tudo começou em 1983/84 no Liceu de Sintra onde estudávamos. Nesse liceu estudavam também alguns elementos de uma excelente banda Punk, os Crise Total dos quais éramos fans. Eles tocavam super bem e ficávamos maravilhados a vê-los tocar e então decidimos que tínhamos de formar uma banda. Surgiu então o nome V12 associado à potência dos motores com 12 cilindros, mas… faltava o principal… sabermos tocar.

Eu e o Fingers decidimos que queríamos tocar guitarra, o Zé Paulo gostaria de ser o baixista, o Raff o cantor e o Carlos o baterista e assim foi…passado algum tempo e depois de termos aprendido os primeiros acordes, começámos a compor as primeiras musicas, com influências de Ramones que era na altura a nossa banda de eleição.
Infelizmente o Carlos não “atinava” com a bateria e cedeu o lugar ao Beto Garcia que era já para a altura um baterista genial. Nessa altura as nossas guitarras eram acústicas e percebíamos que estávamos limitados, só mais tarde, quando comprámos as primeiras guitarras eléctricas e os pedais de distorção é que começaram a nascer as “malhas” que viriam a constituir o primeiro reportório de V12 com influências de bandas que ouvíamos como: Iron Maiden, Helloween, Judas Priest, Manowar, Metallica, etc.

A banda quase termina quando o Fingers vai viver com os pais para o Barreiro, pois sem um dos elementos principais era impossível continuar e durante quase dois anos a banda fica parada, mas entretanto ele volta e recomeçam os ensaios. Como não tínhamos garagem ensaiávamos no apartamento do Fingers com bateria e tudo, mas não durou muito tempo pois os vizinhos fizeram um baixo assinado e correram com o pessoal de lá…imaginem o”noise” que era…eh.eh.

Graças a um amigo nosso, o Rui “Punk”que nos cedeu um anexo …a Adega…voltámos á carga e começámos a preparar o primeiro espectáculo. Em 1987 damos o primeiro concerto no Barreiro abrindo para os Black Cross, entretanto organizámos mais dois concertos antes do concerto no Rock Rendez Vous.

Foi impressionante que a cassete que gravámos do concerto do R.R.V. iria passar de mão em mão e pouco tempo depois estava a passar nas rádios locais de norte a sul do País. Juntamente com o apoio dado pelas fanzines, que estavam também a dar os primeiros passos, rapidamente ficámos conhecidos no panorama do Heavy Metal Português. Entretanto em 1988 o Raff Maya sai e entra o Jorge Martins para as vozes, continuámos a compor novos temas mas faltava um contrato com uma Editora para a gravação de um disco, contracto esse que viria a ser conseguido com a Polygram em 1989 com a condição de ser cantado em Português. Em 1990 o disco sai e fazemos mais uma série de concertos, alguns dos quais como banda suporte dos Xutos&Pontapés Ainda durante a promoção do álbum o baterista Beto Garcia sai para os Rádio Macau e entra o Filipe Gonçalves.

Esta altura coincide com o terminar definitivamente o liceu e teríamos de urgentemente procurar emprego ou viver da música, mas os concertos escasseavam e não havia forma de tocarmos ao vivo. Sem apoio financeiro tivemos de tomar opções, uns foram trabalhar e outros dedicaram-se á música mas como músicos contratados e a banda praticamente terminou. Em 1992 tentámos novamente, desta vez com a entrada de mais dois elementos novos: o baixista Luciano Barros e a cantora Célia Lawson e com a criação de uma demo com 12 ou 13 temas cantados em Inglês. Ainda fizemos uns 3 ou 4 concertos mas não chegámos a conseguir contracto com nenhuma editora e em 1993 a banda terminou definitivamente.

É com mágoa que digo que esta banda teria muito mais para dar, mas apesar de tudo, penso que valeu a pena, principalmente pelo carinho que os nossos fans, ainda hoje nos dedicam.

Paulo Ossos (Guitarrista, e um dos fundadores dos V12)
http://www.myspace.com/v12metal


O QUE QUERES ESCUTAR NA RUBRICA "MÁQUINA DO TEMPLO" DO TEMPLO DO ROCK ???
Envia as tuas sugestões via EMAIL: templodorock.rua@hotmail.com, MSN: santoscarlos76@hotmail.com, ou SMS: 965430478 / 915122619.

sexta-feira, janeiro 02, 2009

Brian Johnson, vocalista dos AC/DC, em livro


Brian Johnson, vocalista dos AC/DC, assinou um acordo com a editora «Penguin Books» para editar um livro com as suas memórias.
O livro vai conter uma colecção de «pensamentos e anedotas» que o cantor compilou com o passar dos anos.
Brian Johnson alerta, no entanto, para os fãs não esperarem uma obra baseada exclusivamente em rock 'n' roll. «Adoro a comédia e os carros têm ocupado uma grande parte da minha vida. Tenho a sorte suficiente de poder comprar alguns dos mais exóticos», disse o vocalista dos AC/DC.
Notícia RUA: www.rua.pt

Templo do Rock - 10 Anos a Bombar !!!

Este será um ano especial para o nosso Templo do Rock, pois comemoramos a 1ª Década de existência.
Para além das habituais novidades, vamos começar a ter pelo menos, um trabalho Nacional em destaque em cada emissão na nossa "Maquina do Templo". Rubrica onde habitualmente recordamos dois trabalhos clássicos e(ou) raros do Rock e Metal mundial, por programa. Neste primeiro Sábado do ano, teremos em destaque os trabalhos "Bandolier" dos Budgie (1975), e os nossos saudosos SHRINE com o único longa duração da carreira, "Perspective" (1994).

BUDGIE "Bandolier":

Budgie Biografia:

Criada em 1968, a sua formação original consistia de Burke Shelley (John Burke Shelley, 10 de abril de 1947, Tiger Bay, Cardiff, South Glamorgan, Gales do Sul) no baixo e vocal, Tony Bourge (Anthony James Bourge, 23 de novembro de 1948, Tiger Bay, Cardiff, South Glamorgan, Gales do Sul) (guitarra e vocal) e Ray Phillips (Raymond John Phillips, 1 de março de 1945, Tiger Bay, Cardiff, South Glamorgan, Gales do Sul (bateria). A atual formação é composta por Simon Lees (guitarra), Burke Shelley (baixo e vocal) e Steve Williams (bateria).

O primeiro álbum foi gravado em Rockfield Studios com o produtor dos Black Sabbath, Rodger Bain e lançado em 1971 seguido por Squawk em 1972. O álbum que se seguiu, Never Turn Your Back On a Friend (1973), inseriu a banda na história do rock and roll e possivelmente contém sua melhor canção, "Breadfan", mais tarde regravada pelos Metallica. (Metallica também regravou uma outra canção dos Budgie, "Crash Course In Brain Surgery"). Ray Philips deixou a banda antes do quarto álbum In for the Kill ser gravado e foi substituído por Pete Boot (Peter Charles Boot, 30 de setembro de 1950, West Bromwich, Staffordshire).

Em 1975 Bourge e Shelley se juntaram ao baterista Steve Williams para o álbum Bandolier, Bourge deixou a banda em dezembro de 1978 e foi substituído por John Thomas. A música do LP de 1978, "Impeckable", fez parte da banda sonora do filme "J-Men Forever" de 1979 (aparecendo frequentemente na série de televisão "Night Flight" da USA Network de 1981 a 1988) tornou um clássico. A banda resistiu com sucesso à New Wave of British Heavy Metal (NWOBHM) até 1982, sendo até mesmo a atração principal dos Festivais de Reading e Leeds. Eles chegaram a ter um grande número de fãs na Polonia, chegando a ser a primeira banda de heavy metal a apresentar-se atrás da Cortina de Ferro em 1982. Teve também destaque a sua digressão com o apoio de Ozzy Osbourne em 1984.

A banda desfez-se em 1988, os seus membros foram participar em produções de estúdio e ocasionalmente convidados para outros projetos; John Thomas participou em estúdio do CD Phenomena com o ex-integrante dos Black Sabbath, Glenn Hughes. John Thomas deixou a banda em 2001 depois de terem sido a atração principal do festival ao ar-livre, "Welsh Legends of Rock".

Desfrutando de grande popularidade no Texas, um pouco graças ao lendário promotor musical, o DJ e empresário do ramo de restaurantes, Joe "The Godfather" ou "Mr. Pizza" Anthony na rádio KMAC/KISS da década de 1970, a banda reuniu-se para apresentações em 1995, 1996 e 2000 nos festivais ao ar-livre 'La Semana Alegre' em San Antonio, Texas. Tocaram de 2002 a 2006, principalmente no Reino Unido, pelas regiões de Nova York/Nova Jérsei, Dallas e realizaram algumas apresentações na Europa incluindo o Festival do Rock da Suécia e um retorno à Polonia pós-comunista.

Os Budgie gravaram um novo álbum intitulado You're All Living In Cuckooland, que foi lançado no Reino Unido no dia 7 de novembro de 2006.
Fonte: Wikipédia

SHRINE "Perspective"

SHRINE biografia:

Há quem diga que o talento nasce com as pessoas, ou que o destino é traçado à nascença. Estas podem ser meras afirmações populares que o senso comum alimentou ao longo dos séculos, por questões religiosas ou sociais, no entanto há que analisar se têm ou não fundamento. Esta questão podia ter sido aplicada aos SHRINE que pareciam realmente ter nascido para a música. No início da década de 90 o triângulo ficou definido com Simões na guitarra e voz, Eduardo no baixo e Rogério na bateria. Compartilhando gostos musicais semelhantes, os SHRINE trabalharam as composições com o objectivo de entrar em estúdio e mostrar o seu trabalho a um maior número de pessoas. Assim em 1992 gravaram a demo’92 apenas destinada ao circuito promocional. A demo continha três temas alucinantes, com doses letais de riffs devastadores, onde o Doom, Thrash, Death se misturavam resultando numa sonoridade forte, sem limites. A intensidade do som dos SHRINE conquistou tudo e todos, o que lhes valeu um contrato de management com a Contacto e a inclusão do tema “My Hatred” na compilação “The Birth Of A Tragedy”, que reuniu duas dezenas de bandas nacionais, tudo isto em 1992. Com o tema "My Hatred" a rodar nas rádios e a subir nos tops da especialidade, aconteceram os primeiros espectáculos, que se prolongaram até 1993. Em Fevereiro actuaram como banda suporte dos germânicos KREATOR, foi então que o verdadeiro reconhecimento surgiu. Tiveram alguma exposição televisiva através do video-clip do tema “The Masonry” e os espectáculos continuaram durante 1993, um pouco por todo o país. Ao vivo SHRINE era um furacão que devastava cada local por onde passava, com actuações surpreendentes. Já com maior experiência e temas novos prontos a gravar era chegada a altura de pensar num novo trabalho de estúdio. Entraram nos estúdios Tcha Tcha Tcha em Miraflores e gravaram temas com o objectivo de mostrar o produto das gravações às editoras. Logo no início de 1994 assinaram contrato de edição com a “Morgana Records”. O fruto desse contrato foi o CD “Perspective”, onde mais uma vez a intensidade do Metal dos SHRINE estava reunido em oito temas cujos títulos foram os seguintes: “Within You (It Hurts)”, “Luminous Green”, “The Masonry”, “In The Machine”, “Here M. G. R.”, “La Danse des Morts”, “Ophelia dreamed” e “Ethereal”. O CD foi produzido pela própria banda com o auxílio de Zé Motor e as suas músicas reflectiam bem o estilo heterogéneo praticado pelo SHRINE.
Fonte:http://www.myspace.com/shrinept

QUAIS OS TRABALHOS/BANDAS QUE GOSTARIAS DE VER NA RUBRICA "MÁQUINA DO TEMPLO"???
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FORÇA!!!Deem-nos um sinal de vida!!!
Beijos e Abraços...
FELIZ 2009!!!

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Templo do Rock - Top 30 [Play List - Dez / 2008] :

Fires Of Babylon

[01] FIRES OF BABYLON - "Fires of Babylon" cd 2008
[02] MARTY FRIEDMAN - "Future Addict" cd 2008
[03] SISTER SIN - "Switchblade Serenades" cd 2008
[04] INCRAVE - "Dead End" cd 2008
[05] RANDY PIPER´S ANIMAL - "Virus" cd 2008
[06] FREQUENCY - "Compassion Denied" cd 2008
[07] MARILLION - "Happiness Is The Road" dcd 2008
[08] FATAL SMILE - "World Domination" cd 2008
[09] ECLIPSE - "Are You Ready To Rock" cd 2008
[10] BATTLEROAR - "To Dead And Beyond" cd 2008
[11] JUDAS PRIEST - "Nostradamus" dcd 2008
[12] THE SCOURGER - "Dark Invitation To Armageddon" cd 2008
[13] H.E.A.T. - "H.e.a.t." cd 2008
[14] CAIN´S DINASTY - "Legacy Of Blood" cd 2008
[15] CROM - "Vengeance" cd 2008
[16] KHYMERA - "The Greatest Wonder" cd 2008
[17] DISMEMBER - "Dismember" cd 2008
[18] URIAH HEEP - "Wake The Sleeper" cd 2008
[19] MYLAND - "No Man´s Land" cd 2008
[20] DIGNITY - "Progect Destiny" cd 2008
[21] LOUDNESS - "Metal Mad" cd 2008
[22] THERION - "Live Gothic" dcd 2008
[23] TESTAMENT - "The Formation Of Damnation" cd 2008
[24] ALLIANCE - "Road To Heaven" cd 2008
[25] JOURNEY - "Revelation" dcd 2008
[26] BROTHER FIRETRIBE - "Heart Full Of Fire" cd 2008
[27] DRIVER - "Sons Of Thunder" cd 2008
[28] POWERWORLD - "Powerworld" cd 2008
[29] STEVE LUKATHER - "Ever Changing Times" cd 2008
[30] YNGWIE MALMSTEEN - "Eternal Flame" cd 2008

Templo do Rock - "Máquina do Templo" [Rubrica - Dez 08] :

APRIL WINE - "Harder Faster" (1980)
U.D.O. - "Mean Machine" (1989)
SURVIVOR - "Vital Signs" (1984)
RIOT - "Sons of Society" (1999)

UNBRIDLED: PRÓXIMAS DATAS AO VIVO, DISCO NOVO


Eis as próximas datas de concertos dos portugueses Unbridled de Viseu, que assinaram recentemente pela editora norte-americana Hard As Hell Records, e se preparam para editar o seu álbum de estreia, «Deathcore Glamour», em 2009.
09.01 – Hangar Club (Viseu) – concerto de apresentação do disco
17.01 – Kapingbdi Bar (Tábia), c/ The Last Of Them
24.01 – Baile de Finalistas da Esc. Prof. De Tondela
14.02 – Fuck Valentine Fest (Lagos)
15.01 – Casa de Lafões (Lisboa)
20.02 – 3 Tons Bar (Mira)
20.03 – Via Latina (Coimbra)
27.06 – Detroit Hell Fest (Detroit, E.U.A.)

terça-feira, dezembro 02, 2008

ANÁLISE - GUNS N' ROSES "Chinese Democracy"


Os nossos amigos do "Metalmorfose", fizeram no seu site uma fiel análise ao "novo" album dos Guns N´Roses de Axel Rose. Aí vai:

Finalmente, Chinese Democracy chega oficialmente aos ouvidos de todo o Mundo. Axl Rose resolveu sair de trás das cortinas para apresentar o tão aguardado trabalho de inéditos. Porém, se és, fã de Guns e estás à espera de algo clássico como foi Use Your Illusion I e II, fica com todos os pés, mãos, ouvidos e até mesmo o coração atrás. Se esperas algo bombástico, quebras-te a cara.
Foram longos e praticamente inacabáveis 17 anos de espera para que Chinese Democracy fosse lançado. Sempre que podia Axl arrumava uma forma de aparecer na imprensa e tocar no assunto mais cobiçado da parte dele, da media e dos seus fieis seguidores. No entanto, depois de tanto blá, blá, blá, o que podemos escutar é algo totalmente defasado. A sonoridade tem uma pitada moderna, tem seus prós, mas tem “milhões” de contras.
Da mesma maneira que Chinese Democracy tenta soar como o velho Guns ´n Roses, Chinese Democracy poderia ser muito bem o novo trabalho de qualquer outra banda alternativa. Acredito que se fosse um CD de qualquer outro grupo teria encontrado algo prestável, mas com o nome Guns estampado na capa, Chinese Democracy torna-se um disco ridículo. Até parece um surto psicótico de Axl Rose composto num monte de composições com estrutura e sonoridade já feita por qualquer outra bandinha.
Podes estar completamente transtornado e a querer a cabeça deste jornalista por estes três parágrafos, mas Chinese Democracy não é nada daquilo que esperavas. È mais um CD para vender milhões, aguçar a tua ilusão, mas, na minha simples opinião, este CD é uma tremenda sacanagem, que abala ainda mais a credibilidade da banda.
Logo no primeiro riff, que, por sinal, lembra muito Rock You Like a Hurricane, dos Scorpions, a faixa de abertura Chinese Democracy soa forte, pesadinha e moderna, mas não passa disso. Não demora muito e logo a voz de Axl explode nos teus ouvidos com a explicita e patética intenção de dizer: “Olhem pra mim, eu voltei”!
Com uma formação completamente diferente, Axl Rose ao menos escolheu bons músicos para este disco. A gravação está muito boa, mas falta aquela pitadinha de sal ou aquele docinho que te alucina, que te faz delirar, que te faz viajar mesmo sentado numa poltrona ou deitado na cama.
Curiosidades à parte, Chinese Democracy começou a ser composto em 1994, dois anos antes da debandada de Slash, Matt Sorum e Duff McKagan para montarem os Velvet Revolver. Acredito que se a clássica formação tivesse se mantido, a história seria bem diferente. A gravação teve inicio em 1997, quando Axl Rose era o único membro original. Até mesmo o novo guitarrista Dizzy Reed arrumou as malas e foi embora.
Neste disco, Axl parece que quer mostrar de todas as maneiras a sua versatilidade artística e acaba disparando contra todos os segmentos musicais. Podemos ouvir diferentes estilos como o pop pegajoso, o nu-metal, pegadas latinas com tendências moderninhas que flertam com a dance music. Se até oa momento, o caro leitor ainda não ouviu nada de Chinese Democracy, com certeza, está boquiaberto de tanto espanto.
O disco começou a ser anunciado com o lançamento de Oh My God, em 1999, música que faz parte da trilha sonora do filme Fim dos Dias, estrelado pelo ex-actor Arnold Schwarzenegger. Porém, há sete anos atrás, quando a banda esteve no Brasil a tocar no Rock in Rio 3, e em 2002, quando se apresentou no tradicional MTV Video Music Awards, a única coisa que chamou à atenção e causou estranheza foi o visual de Axl com suas trancinhas e no facto de ele ter dado a cara após um longo hiato. Algo ali já dizia que alguma coisa não estava indo na direção certa. Tanto que as músicas novas ficaram em segundo plano e pouco importaram.
Agora, Axl sente a pressão de chegar perto do sucesso de vendas que foram Use Your Illusion I e II, lançados simultaneamente em 1991, e que alcançaram imediatamente o topo de vendas. Naquela época, os Guns eram uma das principais bandas do Rock ao lado dos Metallica. Por todas as cidades que passavam, os bilhetes esgotavam em poucas horas. Os estádios estavam sempre lotados, as músicas explodiam nas rádios e na MTV. Os fãs mal podiam esperar pelo novo material da banda. Neste momento, todo aquele glamour veio abaixo.
Acredito que a Geffen Records, editora do grupo, ou melhor, de Axl, prevendo pelo pior, obrigou a banda a financiar e completar o disco, que custou a mera bagatela de U$ 13 milhões de dólares, ou seja, este é o trabalho mais caro da História da Música.
Shackler's Revenge, a segunda do disco e que foi disponibilizada na internet antes do lançamento, tem uma pegada modernosa que nos remete ás características de Korn (!) e Rammstein (!!!!), mas depois cai numa melodia pegajosa nos moldes do Likin Park. É pedir a morte, não é?
A composição mais tragável é Better. Um popinho pegajoso, bem feito, com uma pegada e melodia interessante, mas segue bem o estilo MTV. Street of Dreams é uma balada, com a voz de Axl alta como sempre. If the World tem um começo bem atraente, com uma tendência moderna, mas Axl deixa transparecer que se vendeu definitivamente ao mercado. A batida eletrônica, o baixo cheio de groove, a guitarra distorcida bem de fundo fazendo uma cama é o tempero da quinta faixa.
Depois disso, o disco é uma maçada. Em Sorry, Axl canta: “No sorry for you, no sorry for me”. Seria esta uma falta de educação antecipada?
Depois de fracassada a expectativa de lançamento nos últimos anos, a única que deve lucrar em certo ponto é a fabricante Dr. Pepper, que dará um refrigerante para cada americano caso o Chinese Democracy fosse lançado.
Nos Estados Unidos, o disco será vendido a partir do dia 23 de novembro exclusivamente pela rede de lojas Best Buy e estará disponível em três formatos: CD, LP e digital. Para ouvir as 14 músicas deste álbum, basta acessar www.myspace.com/gunsnroses.

Tracklist:
1. "Chinese Democracy" (Rose/Freese)
2. "Shackler's Revenge" (Rose/Buckethead/Costanzo/Mantia/Scaturro)
3. "Better" (Rose/Finck)
4. "Street Of Dreams" (Rose/Stinson/Reed)
5. "If the World" (Rose/Pitman)
6. "There Was A Time" (Rose/Tobias/Reed)
7. "Catcher In The Rye" (Rose/Tobias)
8. "Scraped" (Rose/Costanzo/Buckethead)
9. "Riad N' The Bedouins" (Rose/Stinson)
10. "Sorry" (Rose/Buckethead/Mantia/Scaturro)
11. "I.R.S." (Rose/Tobias/Reed)
12. "Madagascar" (Rose/Pitman)
13. "This I Love" (Rose)
14. "Prostitute" (Rose/Tobias)

Formação:
W. Axl Rose - Vocal (em todas as faixas) / Piano (Faixas 7,13,14) / Guitarra (Faixas 6,12) / Teclado (Faixas 1,13) / Sintetizador (Faixas 6,13) / Trompa Sintetizada (Faixa 12) / Samples (Faixa 12)
Ron "Bumblefoot" Thal - Guitarra (em todas as faixas)
Richard Fortus - Guitarra (Faixas 1,3,4,6,14)
Tommy Stinson - Baixo (em todas as faixas, exceto faixa 5)
Frank Ferrer - Bateria (Faixas 1,3,5,6,11)
Dizzy Reed - Teclado (Faixas 1-4,6-9,11,14) / Piano (Faixas 4,5) / Sintetizador (Faixas 4,6,13,14)
Chris Pitman - Teclados (Faixas 1-8,10,12,13) / Baixo (Faixa 5,6,12) / Sub-Bass (em todas as faixas, exceto faixa 7) / Guitarra (Faixas 1,5) / Sintetizador (Faixa 4,6,13,14) / Programação Eletrônica (Faixas 5,6,12) / Mellotron (Faixa 6)

Músicos Adicionais:
Robin Finck - Guitarra (em todas as faixas) / Teclado (Faixas 3,5)
Buckethead - Guitarra (em todas as faixas, exceto faixas 7 e 13)
Paul Tobias - Guitarra (Faixas 1,3-7,9,11,12,14) / Piano (Faixa 6)
Bryan "Brain" Mantia - Bateria (em todas as faixas, exceto faixa 1) / Programação Eletrônica (Faixa 11)

Músicos Convidados:
Paul Buckmaster - Orquestração (Faixas 4,6,12,14)
Marco Beltrami - Orquestração (Faixas 4,6,12,13,14)
Eric Caudieux - Programação Eletrônica (Faixa 5) / Sub-Drums (Faixa 13)
Pete Scaturro - Teclado (Faixa 10)
Sebastian Bach - Backing Vocal (Faixa 10)
Suzy Katayama - Trompa (Faixa 12)
Patti Hood - Harpa (Faixa 13)
Caram Costanzo - Sub-Drums (Faixa 13)

Por: Costábile Salzano (http://metalmorfose.blogspot.com/)

domingo, novembro 30, 2008


Os germânicos KREATOR vão regressar a Portugal no próximo dia 30 Janeiro para um espectáculo no Teatro Sá da Bandeira no Porto. Esta data única em Portugal insere-se na digressão "Chaos Over Europe" que servirá de promoção ao próximo álbum de originais "Hordes of Chaos", a ser editado em 16 de Janeiro de 2009.

Caliban, Eluveite e Emergency Gate são os grupos que acompanham os Kreator nesta tour europeia.

Os bilhetes para o concerto custam 20,00€ (venda antecipada) e 23,00 € (no próprio dia).

AUSTRALIAN PINK FLOYD no Coliseu dos Recreios


São a mais conhecida e mais talentosa banda de tributo aos grandes Pink Floyd. Quem o afirma é o próprio David Gilmour.
Os cinco Australian Pink Floyd transportam por todo o Mundo, em digressões entusiasticamente recebidas, um grande e longo espectáculo em que recriam de uma forma perfeita muitos dos temas mais emblemáticos do grupo de Roger Waters.
Mas no próximo dia 13 de Março, o Coliseu dos Recreios não vai apenas receber um espectáculo “Greatest Hits”. Em jeito de celebração dos 30 anos da lendária ópera rock “The Wall”, os Australian Pink Floyd trazem uma nova produção com uma incrível parafernália de efeitos especiais – animação, lasers, bonecos insufláveis, entre outros – tudo para recriar com a maior espectacularidade e fidelidade o mítico concerto de 1979.
A propósito deste glorioso espectáculo, o Daily Mail de Londres escreveu: “Australian Pink Floyd do Floyd better than Floyd do themselves”. Tudo está pensado ao mínimo detalhe mas o que, de certo, fará as delícias de todos, será o viver ao vivo todos os clássicos. Será uma noite inesquecível e obrigatória para qualquer fã dos Pink Floyd e para todos aqueles que querem conhecer melhor o seu trabalho.

segunda-feira, novembro 24, 2008

Templo do Rock - Top 30 - Play List [Nov / 2008] :

Dark Sky

[01] DARK SKY - "Empty Faces" cd 2008
[02] WHITESNAKE - "Good To Be Bad" cd 2008
[03] DOKKEN - "Lightning Strikes Again" cd 2008
[04] BRAINSTORM - "Downburst" cd 2008
[05] AC/DC - "Black Ice" cd 2008
[06] MOTÖRHEAD - "Motörizer" cd 2008
[07] URIAH HEEP - "Wake the Sleeper" cd 2008
[08] WARPATH - "Damnation" cd 2008
[09] GYPSY ROSE - "Another World" cd 2008
[10] ALICE COOPER - "Along Came a Spider" cd 2008
[11] KIING´S X - "XV" cd 2008
[12] QUEEN + PAUL RODGERS - "The Cosmos Rocks" cd 2008
[13] DANKO JONES - "Never Too Loud" cd 2008
[14] NAZARETH - "The Newz" cd 2008
[15] BROTHER FIRETRIBE - "Heart Full of Fire" cd 2008
[16] JIMI JAMISON - "Crossroads Moment" cd 2008
[17] TYGERS OF PAN TANG - "Animal Instict" cd 2008
[18] EVERON - "North" cd 2008
[19] ARI KOIVUNEN - "Becoming" cd 2008
[20] BLAZE BAYLEY - "The Man Who Would Not Die" cd 2008
[21] MSG - "In the Midst of Beauty" cd 2008
[22] JUDAS PRIEST - "Nostradmus" cd 2008
[23] DRIVER - "Sons of Thunder" cd 2008
[24] DON AIREY - "A Light in the Sky" cd 2008
[25] ECLIPSE - "Are You Ready to Rock" cd 2008
[26] PRESTO BALLET - "The Lost Art of Time Travel" cd 2008
[27] STEPHEN PEARCY - "Under My Skin" cd 2008
[28] ADX - "Division Blindée" cd 2008
[29] H.E.A.T. - "H.E.A.T." cd 2008
[30] HOWLIN RAIN - "Magnificient Fiend" cd 2008

Templo do Rock - "Máquina do Templo" [Rubrica] (Novembro 2008) :

FIREHOUSE - "Firehouse" (1990)
ANGEL WITCH - "Angel Witch" (1980)
Y&T - "Black Tiger" (1982)
GASKIN - "Im No Full" (1981)
FOREIGNER - "Classic Hits Live" (1993)
ACCEPT - "Staying A Life" (1990)
FOGHAT - "Night Shift" (1976)
XEQUE MATE - "Em Nome do Pai, do Filho,...e do Rock N´Roll" (1985)

domingo, novembro 23, 2008

6 Anos - 6 Dias

A Rádio Universitária do Algarve festeja no próximo dia 28 de Novembro, o seu 6º aniversário.
De 24 a 29 de Novembro, a RUA FM comemora mais um ano, com um programa que se estende por 6 dias e 6 noites.

A Academia, a Cultura e a Música são os pilares que têm acompanhado a RUA ao longo destes anos e marcam também este 6º aniversário. Cinema, Música, Programas ao vivo, Tertúlia, Concertos, convidados, serão assim os 6 dias de comemorações.

No decorrer da semana, as emissões diárias contam com convidados especiais e algumas surpresas. As emissões de autor, em directo do BA Caffé poderão ter a presença dos ouvintes que tenham a curiosidade de
saber como se faz rádio ao vivo e conhecer quem os acompanha semanalmente, na antena da RUA FM e as noites são animadas pelos DJs da RUA.

O ciclo de Cinema, a acontecer no Anfiteatro da ESE às 18:30, junta as duas artes (Música & Cinema) e traz o que se tem passado nos últimos anos do palco para a tela.
Destaques para a entrevista ao Reitor da Universidade do Algarve em directo do BA Caffé, dia 26, para o debate entre os dois candidatos a presidente da Associação Académica, na emissão do Campus da Penha às 14:00, no dia 27 e às 22:00 a Tertúlia A Comunicação Social e a UAlg, que pretende iniciar uma nova tendência de debates na RUA.

Os concertos também não podiam faltar e para além da Banda da RUA, convidámos 6 bandas algarvias para se juntarem a nós numa noite de convívio.
Durante 6 dias a RUA FM sai dos estúdios e vai de encontro aos seus ouvintes e à Academia, porque este aniversário não é só da RUA, mas de quem a faz crescer todos os anos..

De 24 a 29 de Nov - 6 anos de antena...6 anos de emissões e de emoções... 6 dias de festa
Programa do Aniversário:

2ª – 24Nov

Cinema (ESE) - 18:30 – Walk the Line –(James Mangold – 2005 – 136’)
Baseado na vida de Johnny Cash, desde a infância ao sucesso, os problemas com as drogas e a relação com June Cárter. Vencedor do Óscar e para melhor actriz e Globo de Ouro para actriz, actor e filme musical.
Emissões RUA FM (estúdios) - 14:00 - Emissões com convidados
(Ba Caffé) - 20:00 -Orgasmo Mental (Inês Severino)
22:00 - País Relativo (Filipe Santos)
Dj’s RUA (BA Caffé) 00:00 – No Way Dj / Dj Sir Aiva

3ª – 25Nov

Cinema (ESE) - 18:30 - Lou Reed – Rock and Roll Heart (Timothy Greenfield-Sanders – 1998 – 73’)
Retrato do percurso de Reed, desde as primeiras tentativas de singrar em pequenas editoras discográficas, à formação dos Velvet e a relação com Andy Warhol, e, finalmente, o seu trabalho a solo, onde se inclui mesmo
uma colaboração com o encenador Bob Wilson na ópera rock-futurista “Time Rocker”.
Emissões RUA FM (estúdios) - 14:00 - Emissões com convidados
(BA Caffé) - 19:00 – Mobilitas (Ricardo Dores & Ana Sequeira)
20:00 – JazzToca (João Melro)
22:00 – Bluesmente Falando (Hernâni Nascimento e João Godinho)
Dj’s RUA (BA Caffé) 00:00 – Almost Naked Dj’s

4ª – 26Nov

Cinema (ESE) - 18:30 - I’m Not There – (Todd Haynes – 2007 – 135’)
A vida e a carreira do cantor Bob Dylan. De jovem menestrel a profeta folk, de poeta moderno a roqueiro, de ícone da contracultura a cristão renascido, de cowboy solitário a popstar.
Emissões RUA FM (estúdios) 14:00 - Emissões com convidados
18:00 - Lançamento da Edição de Novembro d’O Canudo (BA Caffé)
(BA Caffé) 19:00 - Impressões: Convidado - João Guerreiro, Reitor da UAlg
20:00 - Sonoridades (Didier Grelha)
22:00 - Zona Reggae (Ricardo Duarte)
Dj’s RUA (BA Caffé) 00:00 - I Rick Dj

5ª – 27Nov

Cinema (ESE) - 18:30 - Control – (Anton Corbijn – 2007 – 122’)
Um retrato da vida atribulada de Ian Curtis e do percurso dos Joy Division. Vencedor do Best European Film.
Award de Cannes em 2007. Além dos temas dos Joy Division a banda sonora inclui nomes como David Bowie,
Roxy Music, Iggy Pop, Sex Pistols ou os Buzzcocks.
Emissões RUA FM (Campus da Penha)
08:00 - 16:00 - Emissão com Convidados
(14:00 - Debate com os candidatos à direcção da AAUAlg)
(estúdios) – 16:00 - Emissão com Convidados
(BA Caffé) - 19:00 - Socializar por aí (alunos do Curso de Educação Social)
20:00 - Sopa da Pedra (Carlos B. Norton)
21:00 - Quinta da Música (Manuel Amorim)
22:00 - Tertúlia A Comunicação Social e a UAlg (Convidados: UAlg,
Jornalistas e Professores da área da Comunicação Social)
Dj’s RUA (BA Caffé) 00:00 - Norton & Didier - “Sons do Planeta”

6ª – 28Nov

Cinema (ESE) - 18:30 - Any Way The Wind Blows – (Tom Barman, vocalista do grupo belga dEUS - 2007 -
127 minutos). A história de uma sexta-feira quente em Antuérpia, onde várias pessoas sonham com uma vida
diferente. Uma delas é o enigmático Windman. À noite, uma festa recebe todos... Um filme onde a banda
sonora salta para primeiro plano, com temas de Herbie Hancock, Squarepusher, Queens of the Stone Age ou os
Magnus, projecto de Tom Barman e CJ Bolland
Emissões RUA FM (Campus de Gambelas)
08:00 - 16:00 - Emissão com Convidados
(BA Caffé) 19:00 - Rua do Imaginário (Luis Ene)
20:00 - Ao Nascer da Lua (João Saraiva)
22:00 - Raveolutions (Gil Rodrigues e Helena Isabel)
00:00 – Concerto Banda da RUA (B.A Caffé)
Dj’s RUA (BA Caffé) 01:00 - Filipe Santos / Dj Mr. Kool

Sab – 29Nov

Emissões RUA FM (estúdios) - 16:00 - Emissões com convidados
(BA Caffé) - 21:00 - Emissão com Concertos
21:00 – 01:00 Showcases (B.A Caffé): Som com Tom
Pelivento
Original Electro Groove
Mudo
Bandojah
6 Irish Man
01:00 - Jam Session

quinta-feira, novembro 06, 2008

Extreme - Cheios de energia no Coliseu de Lisboa


Numa semana cheia de concertos no Coliseu dos Recreios, a noite de quarta-feira trouxe à sala lisboeta o regresso do rock típico do final dos anos 1980, início da década de '90. Os Extreme, do português Nuno Bettencourt, regressaram 13 anos após a última passagem por Lisboa na apresentação de «Saudades de Rock», o disco que marca o renascimento da banda de Boston, que não lançava um álbum desde 1995.

O guitarrista português fez questão que a digressão europeia tivesse o seu arranque em Portugal, mas não foram muitos os que responderam à chamada. Talvez porque 13 longos anos foram suficientes para quebrar o interesse, ou então porque os Extreme nunca tiveram assim tantos fãs no nosso país que conhecessem mais do que a balada «More Than Words». O Coliseu esteve assim com menos de metade da sua lotação num concerto maioritariamente para um público já acima dos 30 anos de idade.

Um vocalista (Gary Cherone) irrequieto - cheio de poses teatrais e escalando até colunas de som -, infindáveis solos de guitarra a evidenciar a qualidade técnica de Bettencourt e refrões cantados a três no mesmo microfone; eis o regresso do hard rock que popularizou bandas como os Van Halen ou os Mötley Crüe. Também os Extreme tiveram o seu punhado de êxitos e os principais foram recordados no Coliseu.

Quase sem surpresas, o público preferiu a electricidade de «Decadence Dance» e «Play With Me», dos dois primeiros álbuns dos Extreme, em detrimento de algumas novas canções ainda menos conhecidas, como foi o caso de «Ghost», tocada ao piano pelo músico açoriano.

Ainda assim, foi com um novo tema que o concerto arrancou em alta rotação. «Comfortably Numb» caiu melhor no goto dos fãs mais antigos por recuperar a energia do rock «à anos 80». Nota negativa teve mais uma vez a qualidade do som, demasiado estridente e sem definição nos microfones, o que muitas vezes tornou as tentativas de diálogo de Bettencourt ou Cherone em verdadeiros monólogos.

«A Portuguesa» e o inevitável «More Than Words»

Mas como a música acaba por valer mais do que as palavras, nada melhor do que puxar pelo espírito patriótico dos portugueses. O guitarrista lançou-se na interpretação acústica d'«A Portuguesa», e foi até difícil convencer a assistência a não cantar o hino para não desconcentrar Bettencourt.

A guitarra acústica em palco levou inevitavelmente aos pedidos do público feminino para que se tocasse «More Than Words», especialmente assim que Cherone se juntou ao guitarrista. Sentados em dois bancos altos, tal como no famoso videoclip a preto e branco, a dupla ainda brincou com a assistência e Nuno Bettencourt tocou os primeiros acordes de «Starway To Heaven», dos Led Zeppelin. Mas era impossível enganar alguém e a balada dos Extreme foi, como já se esperava, um dos momentos da noite, cantado em uníssono por todos.

Missão cumprida ao fim de duas horas

Até ao final, destaque ainda para o animado «Get The Funk Out» (outro dos favoritos do público) e, já no encore, «Hole Hearted» e «Mutha (Don't Wanna Go To School Today)». Com os quatro músicos bem na frente do palco, a camisola do Benfica envergada pelo baterista, o outro português, Kevin Figueiredo não passou despercebida.

A missão estava cumprida ao final de duas horas de concerto. Os fãs não terão saído desapontados com a actuação dos Extreme, que em palco «deram o litro» numa actuação cheia de energia.

O regresso a Portugal dos Extreme até pode estar para breve. Em entrevista ao IOL Música, Nuno Bettencourt disse esperar voltar a actuar no nosso país já em 2009.

Fonte: Diário IOL